JF-38 “ Sanguinário “

Nome: ----
Apelido dado: Sanguinário
Idade: 90 anos
Aparência: Corpo grande e musculoso, com pele esverdeada e cheia de feridas abertas e marcas de decomposição. Os braços estão parcialmente cobertos com faixas laranjas rasgadas, sugerindo que já teve uma roupa que se deteriorou. Veste uma calça marrom desgastada, também cheia de buracos e rasgos, com joelheiras reforçadas e um cinto robusto. A cabeça é um crânio com olhos em forma de "X", esculpidos ou pintados. A boca do crânio está cheia de dentes afiados, com uma expressão assustadora. Usa um capuz marrom queimado e esfarrapado, que reforça um visual misterioso e sinistro.
Altura: 1,86
Regime alimentar: ----
Contenção: Não.
Vítimas passadas: 44 vitimas.
Habilidades: Força sobre humana, resistência sobre humana, velocidade sobre humana, visão sobre humana, olfato sobre humano.
Fraquezas: Danos físicos muito fortes como balas, explosões, atropelamento etc...
Classe: Infernal
Relato: Num canto dos Estados Unidos um evento grandioso acontecia, o grande pugilista Frank Kaiss enfrentava o seu adversário na disputa pelo cinturão. Os dois melhores do mundo estavam frente a frente e a luta estava a pender para o lado de Frank Kaiss.
Jab, jab, esquiva , defende, upper, tudo executado na perfeição, sem falhas. O seu adversário parecia perdido e prestes a cair mesmo sendo o top 3 ele não tinha chance contra Frank. Eles já estavam no quarto round e faltavam poucos segundos para a pausa, foi quando Frank acerta um golpe potente e direcionado no queixo do seu oponente que não aguenta e cai sem consciência. O pobre coitado não se iria levantar mais... FIM DA LUTA. Mais uma vez Frank consegue defender o seu cinturão. As luzes da arena explodiram em cores e o público rugiu como uma onda incontrolável. O campeão ergueu os braços, o suor escorrendo pelo rosto marcado, mas o sorriso de quem sabia que era imbatível. O narrador anunciava com voz embargada pela emoção:.....
Narrador: E ainda campeão mundial dos pesos-pesados… FRANK KAISS!
O cinturão dourado foi entregue, os fotógrafos se aproximaram, flashes estourando como relâmpagos. Frank ergueu o título sobre a cabeça. O coliseu moderno estava em delírio. Mas enquanto todos vibravam, Frank, em silêncio, sentiu um arrepio estranho. No meio da multidão, por um instante, ele teve a sensação de que alguém não aplaudia, apenas o observava. O brilho dos refletores cegava, mas em uma das fileiras mais escuras ele jurava ter visto… um sorriso. Branco. Imóvel. Inquebrável. Sacudiu a cabeça. Cansaço. Nada mais. Depois da luta, Frank foi conduzido ao vestiário. Médicos, staff, patrocinadores todos falando ao mesmo tempo, todos querendo um pedaço dele. O campeão respondia com pressa, pois no fundo só queria silêncio. Quando finalmente ficou sozinho, sentou-se no banco de madeira e fechou os olhos por alguns segundos.. Ele senta-se num dos bancos e o seu treinador diz...
Treinador: Essa foi a terceira luta consecutiva que terminou em knock-out, como treinador eu sinto que já não te tenho mais nada a ensinar. Não podia estar mais orgu-
Frank: Nada disso... este cara não era nada. Eu quero é o numero 2.. Jorge Vicent.
Treinador: Mas campeão você já provou que é o melhor...
Frank: Não se trata de ser o melhor ou não, eu vou matar aquele branquelo filho da puta porque eu gosto, nem que eu tenha que continuar aqueles venenos.
Treinador: Frank... você devia parar de tomar aquelas bombas isso vai acabar te matando.
Frank: Foda-se. Eu vou me embora.
Treinador: Frank onde você vai? Você tem que falar com a imprensa.
Frank: Vou para casa... vou foder e depois dormir, diz isso para a imprensa por mim.
Frank levantou-se do banco, ainda suado, com o cinturão pendurado no ombro. Pegou a toalha e enxugou o rosto rapidamente antes de vestir uma jaqueta preta. O treinador apenas suspirou, sabendo que não adiantava insistir quando o campeão estava decidido. Frank atravessou o vestiário e abriu caminho pelo corredor estreito, onde membros da equipe técnica e funcionários da arena circulavam. Alguns tentaram abordá-lo para entrevistas rápidas ou apertos de mão, mas ele apenas acenava de leve com a cabeça e continuava andando. Do lado de fora, o barulho da multidão ainda ecoava, como um trovão distante. Os fãs gritavam seu nome, e alguns até tentavam correr até a grade de proteção para vê-lo de perto. Frank manteve o olhar fixo em frente, caminhando com passos firmes, ladeado por dois seguranças que o conduziam até a saída privativa. Chegando ao estacionamento reservado, o ar noturno estava fresco e úmido, contrastando com o calor sufocante da arena. As luzes dos postes refletiam no asfalto molhado, onde algumas vans de imprensa aguardavam, embora mantidas à distância pela segurança. Frank entra no seu carro e sem muitas demoras ele dá partida. O motor rugiu quando Frank girou a chave e acelerou. O ronco grave do carro enchia o estacionamento vazio, abafando até mesmo os gritos insistentes dos fãs ao fundo. Ele apertou o volante com força, como se a tensão da luta ainda não tivesse saído de dentro dele. O cinturão brilhava no banco do passageiro, pesado como se fosse feito de ferro em vez de ouro. Pelo retrovisor ele conseguia ver todos os seus fãs já ao longe se distanciando cada vez mais. As ruas próximas à arena estavam cheias de movimento. Carros buzinavam, motocicletas costuravam pelo tráfego, e os faróis se misturavam às sirenes de viaturas que tentavam organizar a confusão. Era noite de luta, e toda a cidade parecia estar viva, como se tivesse bebido da energia da vitória. Frank mantinha os olhos fixos na estrada, mas sua mente estava inquieta. A imagem daquele sorriso imóvel que jurava ter visto na plateia não lhe saía da cabeça. Ele engoliu seco, tentando afastar a sensação incômoda. Talvez fosse só o efeito dos esteroides, talvez cansaço, talvez nada. Mas, de alguma forma, parecia mais real do que queria admitir. Virou numa avenida larga, pensando apenas em chegar em casa o mais rápido possível. Imaginava já a cama macia, o corpo feminino ao seu lado, o sono pesado que viria como anestesia. Mas, alguns quilômetros adiante, a velocidade começou a diminuir sem que ele quisesse. Primeiro, um carro à frente reduziu bruscamente. Depois, outro parou quase no meio da faixa. Mais à frente, dezenas de luzes vermelhas piscavam ao mesmo tempo. Frank franziu a testa e bateu os dedos no volante, impaciente.
Frank: Vai, porra… anda logo… (murmurou, inclinando-se para ver melhor o que acontecia.)
Mas não havia acidente, nem obra, nem blitz. Só uma fila interminável de carros parados, estendendo-se até perder de vista. O tráfego estava congelado como se o mundo inteiro tivesse decidido parar ali. Ele desligou o rádio, estranhando o silêncio repentino ao redor. Podia ouvir apenas o som distante de buzinas, algumas vozes irritadas ao longe e o motor dos carros respirando no ritmo da impaciência. Frank respirou fundo, recostou-se no banco e bateu com a palma da mão no volante. Preso. No meio de um trânsito colossal, no meio da noite. E, por alguma razão que ele não sabia explicar, a sensação de que aquele sorriso branco ainda estava por perto ficou mais forte. Após alguns minutos de transito Frank encontra uma estrada alternativa que o livraria de todo o transito, o próprio gps apontava aquela estrada como um caminho viável e que o podia levar para casa mais rápido. Após pensar por uns segundos ele decide ir pela aquela estrada que levava para uma floresta. Frank vira a esquerda para entrar na estrada.
Frank: Que se foda esse transito todo.
O carro de Frank entra naquela estrada e a única iluminação que a estrada tinha era os faróis do carro e a luz da lua. Do lado esquerdo e direito da estrada só tinha arvores. O carro sacudia levemente enquanto avançava pela estrada de terra batida, estreita e irregular. Cada buraco fazia a suspensão gemer, cada pedra solta estalava sob os pneus. A poeira erguida pelos faróis parecia uma névoa seca, dourada e sufocante, que logo se dissipava para trás, engolida pela escuridão da floresta. Dos dois lados, fileiras de árvores antigas se erguiam como colunas de uma catedral esquecida, tão altas que tapavam quase todo o céu. Apenas a lua conseguia atravessar em fendas estreitas, lançando feixes pálidos que se misturavam à luz dos faróis. Os galhos, retorcidos e longos, pareciam mãos esqueléticas que se estendiam sobre a estrada, algumas quase roçando no teto do carro. O silêncio era denso, quebrado apenas pelo som do motor e pelo farfalhar de folhas secas arrastadas pelo vento. Em alguns pontos, raízes grossas atravessavam a estrada, lembrando costelas saindo da terra. O carro passava por cima rangendo, como se estivesse esmagando ossos. Frank, com o braço apoiado na janela, mantinha o olhar fixo adiante. Mas, vez ou outra, sentia a necessidade de olhar para os lados. E sempre que fazia isso, tinha a impressão de que havia formas entre os troncos. Formas eretas, imóveis, brancas, como se alguém estivesse de pé na escuridão, apenas olhando. A cada curva, a floresta parecia se fechar ainda mais, estreitando a estrada, abafando o som do motor. Até o próprio ar parecia mais pesado, cheirando a umidade, madeira apodrecida e terra fria. O campeão não tinha medo, a sua confiança não permitia que o medo tomasse o seu corpo, ele sabia que podia abater qualquer um que fosse mesmo que o agressor estivesse com uma faca ou um bastão. O carro já estava no meio da estrada naquele ponto já não dava para voltar para trás, o caminho agora era só para a frente. Foi quando BUM... os 4 pneus do seu carro furaram de uma só vez, Frank quase perde o controle do carro mas no último segundo ele consegue travar o carro e impedir um acidente.
Frank: PORRA... que merda..
Ele tenta ver pelas janelas a procura de algo ou alguém que possa ter feito aquilo com o seu carro. Frank tenta acelerar o carro mas ele não saia do lugar.
Frank: Hmmm.
Frank desligou o motor com um estalo seco e o silêncio o engoliu de imediato. Apenas o farol do carro ainda iluminava a estrada de terra à frente, criando um corredor de poeira dourada suspensa no ar. Ele bufou irritado, pegou o celular do banco e ativou a lanterna, a luz branca tremulando um pouco no início. Abriu a porta com força. O rangido metálico ecoou na mata como um tiro, espalhando-se entre as árvores escuras. O vento frio bateu contra sua pele suada, trazendo aquele cheiro pesado de folhas molhadas e terra apodrecida. Frank deu a volta no carro lentamente, os olhos atentos, pronto para reagir se alguém aparecesse. Seu passo firme esmagava a gravilha e as folhas secas, o som se misturando ao coaxar distante de sapos e ao grasnar rouco de algum corvo noturno. Apontou a lanterna para o pneu dianteiro. Murmurou um palavrão entre dentes. O pneu estava completamente murcho, rasgado em várias linhas, como se tivesse sido serrado em segundos. Agachou-se e passou os dedos sobre a borracha destruída, notando que o corte era limpo demais para ser um simples furo de estrada. Deu alguns passos para trás, iluminando os outros pneus. Todos iguais. Rasgados, esvaziados, destruídos ao mesmo tempo.
Kaiss: Impossível… (resmungou, erguendo-se, os músculos tensos.)
Foi quando a luz da lanterna captou algo atrás do carro, um brilho metálico no chão, bem no meio da estrada. Frank estreitou os olhos, o maxilar travado. A luz revelou uma estrutura baixa, comprida, cravada na terra. Ele caminhou até lá devagar, os passos pesados levantando pequenas nuvens de poeira. Conforme se aproximava, a forma ia ficando clara: uma tábua grossa, atravessando quase toda a largura da estrada, cheia de pregos enferrujados, grandes, apontados para cima. Uma cama de pregos.
Frank: Mas que merda?
Nesse instante sem se aperceber alguém já estava atrás dele. Frank volta a se virar e assusta-se com a figura que estava na sua frente.
Frank: MEU DEUS. Quem é você? Foi você que colocou isto aqui?
Frank não conseguia ver bem a pessoa que estava na sua frente, então ele ilumina-a com a luz do celular. A pessoa que estava bem na sua frente era o Sanguinário ( Jf- 38 ).
Frank: Isto é uma piada? Que porra de máscara é esta?
Sanguinário:.....
Frank: É bom que comesses a falar...
Sanguinário: Frank....Kaiss.... campeão...
Frank: Estás a procura de problemas? Não te preocupes eu meto-te a dormir no primeiro soco.
Frank anda rapidamente até ao JF e disfere um golpe com toda a sua força na cara do Sanguinário. A mão do lutador quebra assim que acerta a cara do Sanguinário, e o JF nem se move.
Frank: MERDAAA.
Sanguinário: Hoje estou... de folga e tu és o meu brinquedo.
Frank: Do que estás a falar?
Sanguinário: Estás com medo? Vai correr?
Sanguinário tira uma faca afiada do bolso e a luz da lua reflete na lamina que tinha sangue seco colado nela.
Sanguinário: As tuas tripas eu agora vou arrancar.
Frank: Psicopata de merda afasta-te de mim!
O JF-38 parte para cima de Frank que responde com um jab, mas o Sanguinário simplesmente corta a sua mão fora e quando Frank ia gritar, o Sanguinário perfura a parte de baixo da mandíbula do lutador, a faca perfura a carne entrando na boca do lutador e depois ela e pressionada ainda mais para cima atravessando o céu da boca e chegando ao cérebro. Naquele momento o campeão cai morto no chão e o sanguinário realiza o seu realiza o seu fetiche... ele abre a barriga do lutador já morto, fazendo com que as tripas caírem para fora e logo em seguida ele larga a faca e ajoelha-se ao lado do corpo e começa a pegar nos órgãos do lutador morto. O sanguinário espreme, amassa, mistura as tripas do lutador como se estivesse a brincar com plasticina. Após se satisfazer ele levantasse e espalha os órgãos de Frank pelas árvores e devolve o corpo ao carro. Após isso o Sanguinário apenas vai embora e desaparece na escuridão da noite.
Notas: JF-38 é uma criatura sedenta por sangue e parece realmente gostar de matar, mesmo que não tenha motivo para o fazer. A densidade muscular da criatura é muito maior do que a de um humano e tem um percentual de gordura muito perto do 0%. Mesmo sendo muito pesado ele consegue chegar a 60 quilômetros por hora. O nome " Sanguinário " utilizado pois um relatório do mesmo foi encontrado por John Mark dentro da instalação Dos Diferentes ( Uma organização inimiga comandada por criaturas com capacidades intelectuais ). A criatura faz parte da organização Os Diferentes e como já foi comprovado ele trabalha como uma espécie de mercenário, caso a organização precise que alguém seja morto muito provavelmente JF-38 será acionado e comandado a matar o alvo. A criatura é basicamente imune a balas apenas calibres mais altos conseguem perfurar a sua pele. Apesar de tudo ele parece ter um regime alimentar comum e nunca foi de comentado que a criatura tivesse alguma vez comido carne humana. Não se sabe a sua origem e nem quando surgiu mas uma amostra do seu sangue analisou que as suas células tem por volta de 90 anos. A fundação já tentou conter a criatura diversas vezes mas nem mesmo gazes com propriedades de sedação tiveram efeito. A única ocasião onde a fundação quase conteve a criatura foi quando um dispositivo foi implantado nas mãos do JF-38, impedindo-o de mover as mãos em seguida ele foi rodeado por veículos da fundação e a força o mesmo foi colocado dentro de uma carrinha de exportação blindada da fundação. Mas mesmo sendo acompanhada por três outros veículos da fundação a carrinha foi derrubada por membros dos diferentes chamados " Trope Diferenciada ". A trope consegui resgatar JF-38 e nunca mais houve uma ocasião onde a fundação chegou tão perto de o capturar.
Relatório: FUNDAÇÃO JUÍZO FINAL
RELATÓRIO TÉCNICO – ENTIDADE ANÔMALA
Código de Registro: JF-38 – "Sanguinário"
Classificação: Hostil – Nível de Ameaça 5
Data do Primeiro Registro: [DATA OMITIDA]
Status Atual: Foragido – Afiliado à organização "Os Diferentes"
1. Sumário
JF-38, codinome "Sanguinário", é uma entidade de alta periculosidade e comportamento extremamente violento, aparentemente motivada pelo prazer em matar, independentemente de objetivos estratégicos. Associado à organização hostil Os Diferentes, atua como mercenário especializado em assassinatos de alto risco. Sua resistência física, força e velocidade o tornam praticamente imune a neutralizações convencionais.
2. Características Físicas
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Densidade muscular: muito superior à de um humano comum.
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Percentual de gordura corporal: próximo de 0%.
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Velocidade máxima registrada: 60 km/h, mesmo com massa corporal elevada.
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Resistência balística: imune à maioria dos calibres; apenas munições de alto calibre perfuram a pele.
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Idade celular estimada: aproximadamente 90 anos, de acordo com análise sanguínea.
3. Comportamento
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Padrão de ataque: agressão direta e letal contra alvos designados ou qualquer obstáculo.
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Estilo operacional: rápido, preciso, com ênfase na eliminação completa do alvo.
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Afiliado a: "Os Diferentes" – recebe ordens diretas para execuções.
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Regime alimentar: comum, sem registro de consumo de carne humana.
4. Origem e Contexto
A origem do JF-38 é desconhecida. O nome "Sanguinário" foi atribuído após um relatório recuperado por John Mark de uma instalação dos Diferentes. Evidências sugerem que ele atua como executor de confiança da organização, sendo acionado para missões críticas.
5. Resistência a Confinamento
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Tentativas de contenção: múltiplas, todas malsucedidas.
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Resistência química: imune a gases e agentes sedativos convencionais, mesmo em concentrações letais para humanos.
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Quase contenção bem-sucedida:
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Dispositivo de restrição manual implantado, impedindo o uso das mãos.
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Captura física e transporte em veículo blindado da Fundação, escoltado por três viaturas adicionais.
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Falha: ataque da "Tropa Diferenciada" (unidade de elite dos Diferentes) resultou na interceptação e resgate do JF-38.
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Desde então, não houve nova oportunidade semelhante de captura.
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6. Avaliação de Ameaça
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Nível: Máximo – Entidade hostil, com mobilidade e força comparáveis a predadores de grande porte e resistência quase absoluta a armamentos convencionais.
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Recomendação:
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Evitar confronto direto sem armamento pesado e equipes especializadas.
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Desenvolver munição ou armas com base em vulnerabilidades biológicas ainda não identificadas.
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Monitorar atividades da organização "Os Diferentes" para prever acionamentos do JF-38.
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Relator: [Theodore Miller
]
Autorização: [Liam Brown ]
