JF-35 "Wendigo-1"

Nome: ---
Apelido dado: Wendigo
Idade: ----
Aparência: Pele sem pelos, espessura variável entre 0,3 e 0,8 cm Tom cinza-esverdeado, com alto grau de desidratação e exposição vascular Textura: coriácea e endurecida, com elasticidade reduzida Presença de sangue seco e tecido humano aderido em regiões cervicais e torácicas
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Cabeça e face: Crânio alongado, com ausência de couro cabeludo e tecido capilar Estrutura mandibular hipertrofiada Dentes: 32 visíveis, todos afiados, irregulares e com marcas de fratura (uso extremo) Cavidade ocular ampliada com reflexo bioluminescente esbranquiçado Olhos sem pupilas visíveis – adaptações para visão noturna total
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Tórax e membros superiores: Caixa torácica proeminente, ossatura visível Veias pulsantes sob a pele, com fluido escuro desconhecido Braços longos, medindo 120% do comprimento normal humano Mãos com 5 dedos, garras curvas de queratina negra (7 a 10 cm)
Membros inferiores: Pernas alongadas com articulações adaptadas para salto e locomoção veloz Garras nos pés compatíveis com escalada e fixação em superfícies geladas ou irregulares.
Altura: 1,90-2,30
Regime alimentar: Carne Humana
Contenção: sim
Vítimas passadas:
Habilidades: mimetismo vocal, ( Força, agilidade, velocidade sobre-humana ), Pele resistente a balas e cortes, imunidade a venenos e camuflagem.
Fraquezas: Fogo e prata.
Classe: Infernal
Relato: Nos anos 70 uma derrocada aconteceu numa mina de carvão no canada, deixando 20 mineiros presos, conforme os dias foram passando os recursos foram ficando escassos e as operações de resgate tornavam-se difíceis por conta das tempestades de neve recorrentes. O mineiros foram ficando doentes, com fome sede e feridos, as velas que tinham já haviam derretido e agora já só sobrava a escuridão. Foi então que o primeiro mineiro morreu após um mês dentro da mina. Os outros mineiros viram aquilo como uma oportunidade para se alimentarem, um corpo para 19 mineiros, como é obvio nem todos os mineiros aceitaram comer o corpo do colega morto. Os que recusaram comer morreram um tempo depois sobrando apenas 10 mineiros. Após dois meses todos os mineiros já haviam enlouquecido e parecia que as operações de resgate não iam mais acontecer, aqueles 10 homens estavam entregues á morte. Num certo dia uma discussão aconteceu entre eles e a violência começou. Naquele ponto eles já nem se podiam considerar humanos, a pele deles estavam enrugada e sem cor, as unhas haviam se tornado garras, os dentes viraram laminas, o cabelo caiu, os olhos sem cor e a cara ficou totalmente deformada. Eles já não falavam apenas grunhiam e a força deles haviam aumentado exponencialmente, o espirito do Wendigo havia tomado o corpo de cada um deles.
40 anos depois a mina ainda não havia sido reaberta e a entrada ainda estava completamente tapada por pedras e gelo, mas uma pequena equipa de exploradores pediu autorização para eles mesmo viabilizarem a entrada da mina e inacreditavelmente a permissão foi dada. Eles iriam esperar pelo verão para não terem que lidar com as tempestades de neve. Com a chegada do verão eles seguem com o plano. Eles passam dias e até semanas a limpar a entrada da mina. O grupo era constituído por...
Trevor
Jason
Allen
Mark
Sofia
Nolan
Rita
Eles levam todo o tipo de equipamento para poderem tirar todos os pedregulhos e eles após duas semanas já estavam quase a tirar tudo.
Mark: Ei Sofia... quanto tempo é que tu achas que isto ainda vai durar?
Sofia: Parece que já estamos mesmo perto. Já retiramos quase 12 toneladas de pedras daquela passagem já não deve faltar muito.
Allen: Malta podem ir levando estas pedras lá para fora?
Mark: Sem problema meu...
Allen, Nolan e Trevor estavam na linha de frente, cada um empunhando uma broca pneumática pesada que vibrava em suas mãos como se tivesse vida própria. As pontas de aço perfuravam a parede de rocha endurecida, soltando fagulhas ocasionais e fazendo ecoar um estrondo metálico que preenchia todo o interior da mina. O som era tão alto e constante que era quase impossível ouvir qualquer palavra — mesmo quando gritavam uns para os outros, suas vozes se perdiam em meio ao rugido das máquinas. O esforço fazia o suor escorrer por baixo dos capacetes, misturando-se com a poeira fina que cobria suas roupas e rostos, transformando-os em figuras espectrais, quase cinzentas. A cada avanço das brocas, pedaços de pedra se soltavam e desmoronavam pelo chão, espalhando lascas afiadas que precisavam ser rapidamente retiradas para liberar espaço. Atrás deles, Mark e Sofia se ocupavam justamente disso. Com pás, carrinhos improvisados e a força dos braços, juntavam as rochas soltas e as transportavam para fora. Mark carregava as maiores, arqueando as costas sob o peso, enquanto Sofia, mais ágil, preferia encher o carrinho de pedras médias e empurrá-lo com determinação pelo estreito corredor. O som das rodas rangendo contra o chão irregular se misturava ao eco metálico das brocas, compondo uma sinfonia mecânica e cansativa. Do lado de fora, a atmosfera era completamente diferente. O ar quente do verão trazia um contraste quase irônico em relação à frieza sufocante dentro da mina. Rita e Jason estavam junto a uma mesa improvisada feita de plástico, organizando o que seria o almoço. Jason, ajoelhado diante de uma pequena grelha portátil, virava pedaços de carne temperada, cujo cheiro começava a se espalhar pelo acampamento, tentando se sobrepor ao odor de poeira que vinha da entrada da mina. Rita, por sua vez, dispunha pães, frutas e algumas garrafas de água sobre a mesa, verificando com atenção cada detalhe. De tempos em tempos, ela erguia os olhos para a entrada escura da mina, de onde vinham os ecos ensurdecedores das brocas. O som era tão forte que, mesmo do lado de fora, vibrava no chão sob seus pés. Enquanto o grupo trabalhava em ritmos distintos , uns quebrando, outros carregando e dois preparando a refeição , a montanha parecia guardar seu silêncio tenso, como se apenas esperasse o momento certo para revelar o que escondia há quarenta anos. Mark e Sofia levam as pedras para fora da passagem e Jason assim que os vê diz......
Jason: Já está quase pronto. Fizemos sandes de atum e um sumo de laranja.
Sofia: Eu já comia.
Mark: É...eu também.
Rita: Então chamem os outros, isto fica tudo pronto em um minuto.
Sofia: Eu vou lá chama-los.
Sofia anda até a entrada da mina onde os outros ainda trabalhavam no duro para abrirem a passagem da mesma.
Sofia: MALTA VAMOS COMER!
Os seus colegas não ouviam, nem reparavam que ela estava ali. Então ela toca no ombro de Allen, que pára de trabalhar e se vira para ela.
Allen: Diz...
Sofia: A comida já está pronta, vamos fazer todos uma pausa.
Allen: Eu já comia.
Allen toca no ombro dos seus colegas.
Allen: Malta vamos comer!
Nolan: Já era hora....
Trevor: Nah... eu não vou....
Allen: Como assim não vais?
Trevor: Eu não vou parar até terminar isto de uma vez.
Allen: Deixa-te disso Trevor e anda almoçar.
Trevor: Já estamos nesta brincadeira a duas semanas e não sei porque acho que estamos mesmo perto de terminar.
Allen: Trev-
Trevor: Para além disso, parece que algo chama por mim ( Trevor toca na pedra a sua frente )
Allen: Ok meu... isso é estranho mas faz como quiseres.
Trevor:...
Allen sai para almoçar com o resto do grupo.
Jason: Então e o Trevor?
Allen: Ele quer continuar a trabalhar.
Mark: Mais sobra para mim.
Nolan: Eu é que vou ficar com a parte dele.
O grupo trazia as cadeiras de plástico e as colocavam junto da mesa. Embora estivesse frio o ambiente era bonito e tinha um sol agradável. Todos se juntam para almoçar e partilhas histórias entre si. Sem muitas demoras o grupo começa a pegar pedaços de carne grelhada e colocando-a nos seus respetivos pratos. Todos se servem e a expressão de prazer revelava que a carne preparada por Jason e Rita, estavam mesmo muito boas.
Mark: Porra isto está mesmo bom...
Sofia: Não fales de boca aberta moço.
Mark: Qual é o problema?
Jason: Ficas apenas a parecer uma criança de 10 anos.
Nolan: Ei... Allen estás calado este tempo... está tudo bem?
Allen: Han?... Ah... sim, eu estou bem, o problema é o Trevor.
Nolan: Como assim o Trevor, ele fez aquelas piadas racistas outra vez?
Allen: Não é só que...
( De volta ao Trevor )
Trevor estava sozinho na frente da passagem, os músculos tensos e o corpo suado apesar do frio. O som estrondoso da broca pneumática vibrava por todo o túnel, misturando-se com a respiração ofegante que escapava por entre seus dentes cerrados. A cada avanço da ponta metálica contra a rocha, pequenos fragmentos se desprendiam, ricocheteando pelo chão e atingindo suas botas já cobertas de pó cinzento. Ele não parava. Enquanto os outros descansavam do lado de fora, saboreando o almoço, Trevor parecia obcecado com a ideia de ser o primeiro a atravessar a parede que prendia o interior da mina há mais de quarenta anos. Seus braços doíam, os dedos já latejavam dentro das luvas grossas, mas ele não ligava cada estalo na rocha soava como música. Finalmente, depois de mais um impacto prolongado, um som diferente ecoou. Um estalo profundo, seco, reverberou pela pedra. Trevor suspendeu a broca, suado, ofegante. A luz fraca de sua lanterna frontal refletiu em algo: uma fissura fina, como uma cicatriz, percorria a última camada da barreira. Seus olhos se arregalaram. Ele voltou a pressionar a broca, agora com ainda mais força. A fissura se expandiu, pequenas lascas caíram no chão e, num último esforço, a parede cedeu. Uma fenda estreita se abriu diante dele, revelando a escuridão absoluta do outro lado. Era como se tivesse perfurado um véu que separava dois mundos. Trevor desligou a broca. O silêncio repentino pareceu quase doloroso depois de tantas horas de barulho. Aproximou-se devagar, encostou a mão enluvada na pedra quebrada e colou o olho na fenda, tentando espiar o que havia além. Por um instante, ele sorriu, maravilhado. Seus olhos brilhavam como os de uma criança diante de um vitrine cheia de doces. Do outro lado, não conseguia ver nada além do breu infinito, mas havia algo naquela escuridão que o atraía, como se o chamasse .E então, aconteceu. Um grito agudo. Um urro ensurdecedor, que não parecia vir de garganta humana, atravessou a fenda e explodiu pelos túneis. O som atravessou O eco viajou até a entrada da mina e alcançou o acampamento. Lá fora, todos se levantaram de súbito, talheres caindo nos pratos. O riso morreu instantaneamente. Os olhares se voltaram para o túnel escuro, de onde o som havia vindo. O céu que antes estava azul e limpo agora começava a ficar coberto por nuvens negras e a temperatura começava a descer.
Mark: Mas que porra?
Sofia: Foi o Trevor que gritou?
Allen: Não..ah não parecia a voz do Trevor.
Nolan: Mas o barulho veio da entrada da mina.
Mark: Malta o céu está a ficar escuro, acho que vai nevar.
Jason: Devíamos ir ver se está tudo bem com o Trevor.
Allen: Sim...
Quando chegaram, pararam abruptamente diante da entrada, mas o que viram os deixou em silêncio absoluto. Já não havia ninguém ali, Trevor havia desparecido. O local estava deserto, silencioso, como se ninguém tivesse estado lá um minuto antes. A entrada, antes parcialmente bloqueada por pedras, agora estava completamente aberta, como se uma força invisível tivesse removido cada obstáculo com uma precisão absurda. Não restava sequer poeira suspensa no ar, como se a própria mina tivesse engolido o que estava diante dela. A escuridão do interior parecia ainda mais densa, convidativa e ao mesmo tempo ameaçadora. O frio que vinha de dentro era cortante, contrastando com o sol ameno lá fora. A sensação era de que a mina respirava, exalando um vento gelado e húmido, trazendo consigo o cheiro de terra molhada e ferro enferrujado. O grupo trocou olhares desconfiados e inquietos. O silêncio que se seguiu era pesado, como se cada um esperasse que o outro desse um passo à frente, mas ninguém se atreveu. O vazio deixado pela ausência de qualquer sinal humano era mais perturbador do que se tivessem encontrado corpos ou pegadas. O lugar estava... limpo demais, como se algo quisesse apagar todas as pistas de propósito.
Rita: A entrada está liberada...
Allen: Onde está o Trevor?
Mark: Ele deve ter entrado.
Nolan: Sozinho?
Mark: Não tinha mais ninguém com ele.
Allen: Devíamos entrar para procurar por ele.
Mark: Não sei se quero entrar ali dentro.
Rita: Sim... eu não vou entrar aí dentro...
Allen: TREVOR ESTÁS AÍ DENTRO?
Jason: Isto é loucura total. Eu também não vou entrar.
Nolan: Estás com medo?
Jason: Claro que estou com medo, eu não sei o que está lá dentro.
Nolan: Vá lá Jason... monstros não existem.
Jason: Eu não estou a falar em monstros, mas toda aquela estrutura da mina é instável.
Allen: Não quero saber, eu vou procurar por ele. Mais alguém vem comigo?
Rita:...
Sofia:....
Mark: Eu vou.
Nolan: Eu também.
Allen: Jason?
Jason: Nem em mil anos.
Allen: Então aparece que somos só nós os três.
Rita: Eu não acho que vocês deviam ir.
Allen: Nós voltamos num instante, não há azar. Enquanto não voltamos esperem dentro da caravana, acho que deve vir uma tempestade de neve.
Jason: Por favor não façam nada idiota.
Sofia dá um beijo em Mark antes deles irem embora.
Sofia: Não te magoes.
Mark: Não te preocupes gatinha, voltamos assim que encontrarmos o Trevor.
Após se despedirem, o grupo separou-se. Allen, Mark e Nolan respiraram fundo antes de atravessar o limiar da mina. O contraste foi imediato, do lado de fora havia um sol frio, mas ainda acolhedor, já dentro a escuridão os engolia como uma boca imensa. A luminosidade natural desaparecia a cada passo, sendo substituída apenas pelo feixe trêmulo das lanternas que eles carregavam. O estalar do cascalho sob as botas ecoava alto demais, como se o silêncio ao redor amplificasse cada ruído. O cheiro de mofo e ferrugem era sufocante, misturado ao odor pesado de terra úmida. O ar era mais frio e denso, forçando-os a respirar devagar, quase com dificuldade, como se a mina estivesse viva e sugasse o oxigênio do lugar. A cada metro, a sensação de isolamento aumentava. O feixe de luz revelava paredes rachadas, madeiras antigas servindo de sustentação e trilhos enferrujados no chão, cobertos por uma fina camada de pó. Alguns pedaços de pedra solta rolavam sozinhos, como se fossem cutucados por algo invisível, fazendo com que os três parassem por um instante e se entreolhassem em silêncio. Ainda assim, continuaram. Allen ia na frente, firme, os olhos atentos, a respiração pesada. Mark vinha logo atrás, tentando manter o tom de bravura que mostrara lá fora, mas a forma como segurava a lanterna denunciava sua tensão. Nolan, apesar das piadas que sempre fazia, caminhava em silêncio, os olhos varrendo cada sombra, como se esperasse que algo saltasse delas a qualquer momento. Até ali, parecia apenas mais uma mina velha e abandonada. Mas havia algo... errado. O ambiente não soava vazio.
Nolan: Porque que o Trevor tem sempre que inventar alguma merda?
Allen: Ele estava esquisito.
Mark: Esquisito?
Allen: Sim, ele disse que sentia que alguma coisa de dentro da mina chamava por ele.
Mark: Estás a dizer que tem alguma coisa aqui dentro para além de nós.
Allen: Não... não. O Trevor mesmo sendo meu irmão ele sempre teve essas coisas estranhas.
Nolan: Que tipo de coisas estranhas?
Allen: Ele dizia que via coisas quando criança.
Mark: Coisas? Que tipo de coisas?
Allen: Ele dizia que via uma vigora negra e alta no canto quarto. Mas depois de uns meses ele disse que " O urso foi embora "
Mark: Então era um urso que ele via no canto do quarto?
Allen: Ele apenas dizia que era alto e preto. Mas não como se eu e os nossos pais acreditássemos, isso era apenas uma forma dele querer chamar a nossa atenção.
Nolan: Só sei que se um urso preto aparece eu vou logo embora... hahaha.
Mark: Malta o que foi aquilo?
Allen: O que?
Nolan: É o urso?
Mark: Parecia ter visto algo a passar.
Nolan: Deve ser o Trevor.
Allen: TREVOR?
Algo na escuridão movia-se em silêncio, como um predador paciente, acompanhando cada passo dos três intrusos. As lanternas tremiam ligeiramente nas mãos deles, mas nenhum notava que as sombras ao redor pareciam mais espessas do que deveriam, quase como se respirassem junto com eles. Depois de alguns minutos caminhando, o corredor estreito deu lugar a um espaço mais amplo, um salão improvisado dentro da mina. As paredes eram irregulares, e parte do teto estava sustentada por vigas de madeira tão carcomidas que pareciam prestes a ceder. Espalhados pelo chão, restos do que outrora fora usado por mineiros: roupas rasgadas e endurecidas pelo tempo, picaretas enferrujadas, lanternas a óleo quebradas e baldes cheios de pó petrificado. Tudo estava coberto por uma camada espessa de poeira, mas ainda assim havia algo inquietante, algumas marcas no chão eram recentes, como se alguém tivesse arrastado coisas ali há pouco tempo. De repente, um cheiro pútrido atingiu os três com a força de uma pancada. Foi como uma bala invisível, penetrando direto no nariz e no estômago. O ar pareceu ganhar peso, denso, carregado de podridão e umidade. Allen levou a mão ao rosto, tentando abafar o odor.
Nolan: Algum de vocês peidou?
Allen: Isto é muito mau para ser apenas um peido.
Mark: Acho que vou vomitar.
Um pouco mais afrente havia uma trifurcação em que cada caminho leva para um lugar diferente.
Mark: Acho que o cheiro vem dali. ( Ele aponta para a trifurcação )
Allen: Merda..
Nolan: O que foi?
Allen: O Trevor pode ter ido por qualquer uma das três passagens.
Nolan: Tá e depois?
Allen: Vamos ter que nos dividir.
Mark: Não acho uma boa ideia. Devíamos continuar juntos e investigar uma a uma.
Nolan: Concordo com o Mark.
Allen: Vocês não estão a pensar direito... toda esta mina é instável, tudo isto pode simplesmente desmoronar. Temos que encontrar o Trevor rapidamente e ir embora.
Nolan: Não sei meu...
Allen: Não há azar. Vamos encontrar o Trevor rápido e bazar
Mark: Se tu dizes... vamos a isso.
Allen. Eu vou pelo meio.
Mark: Então eu vou pela esquerda.
Nolan: Mark... deixa-me ir na esquerda.
Mark: Por mim tanto me faz, eu posso ir na direita.
Allen: Se não encontrarmos nada em 10 minutos voltamos para aqui e vamos embora.
Nolan: Ok.
Mark: Tudo bem.
O trio separa-se e cada um vai por um caminho diferente. Conforme eles andavam o cheiro se intensificava. Mark reparava que nas paredes tinha arranhões gigantescos que pareciam ter sido feitos por feras.
Mark: Mas que porra?
Ele segue caminhando sem parar e o medo começava a tomar conta de si e a sensação de estar a ser observado começava. Após andar por mais um pouco ele percebe que tem uma espécie de liquido vermelho seco no chão.
Mark: Oh foda-se não me digam que isto é sangue. CARALHO TREVOR... ONDE ESTÁS?
Mark encontra umas escadas de madeira e após ele subir ele encontra um espaço enorme com trilhas de carrinhos que carregavam carvão.
Mark: Até a onde é que este inferno vai chegar?
Mark segue a trilha com muito medo e ele agora ouvia uma espécie de respiração baixa em alguns cantos escuros da mina. Foi quando ele encontrou um dos carrinhos que antes serviam para carregar carvão.
Mark: Porra isto é mesmo antigo.
Ao olhar para dentro do carrinho ele encontra um crânio humano. A expressão de horror toma a feição de Mark, que quase grita de horror.
Mark: Não.. não para mim chega eu vou voltar.
Após dizer isso alguma coisa desce do teto logo atrás de Mark. Enquanto isso Nolan continua o seu caminho, com medo mas ao mesmo tempo sem acreditar em nenhum tipo de criatura sobrenatural.
Nolan: Porque que eu me meto neste tipo de merdas.
Ao continuar a andar por mais um tempos começa a surgir nas paredes umas espécies de desenhos feitos com sangue seco. Os desenhos ilustravam 10 pessoas morrendo de fome e outas 10 mortas.
Nolan: Isto é de doidos.
Nolan anda por mais um pouco até que ele chega num espaço mais aberto. Aquele local tinha várias estacas com crânios de pessoas enfiados no topo e um alçapão de madeira em um dos cantos.
Nolan:..... Isto é.....
????: Olá?
Nolan vira-se em direção á voz.
Nolan: Trevor és tu?
A voz que ele ouvia era igual a do Trevor, então Nolan não se assusta e se aproxima do alçapão. Enquanto isso Allen chegava numa área cheia de colchões velhos e mantas rasgadas. Allen não liga muito para os colchões e nem para as mantas e continua a andar. Foi quando pequenas gotas de água começaram a cair sobre o seu ombro.
Allen: Mas que...
Ao olhar para cima ele depara-se com uma criatura agarrada no teto e a olhar fixamente para ele. Allen pega um susto e começa a correr sem nem saber o que ia encontrar mais para a frente. A criatura salta para o chão e começa a perseguir Allen pela mina.
Allen: MAS QUE MERDA.
A criatura era rápida, ágil, forte e conseguia ver muito melhor no escuro do que Allen. O mesmo mal conseguia ver o que estava a sua frente e por conta disso ele acabou-se arranhando em algumas paredes, enquanto a criatura passava do chão para a parede, da parede para o teto, do teto para a parede, em questão de segundos. Foi quando outra criatura igual apareceu e empurrou Allen contra umas tábuas de madeira, que se partiram e Allen caiu dentro de um buraco que levava ainda mais para dentro das minas. Ao cair Allen bateu com a cabeça e abriu um corte na testa. Ao se levantar Allen percebe que perdeu o seu telefone , a sua única forma de conseguir ver qualquer coisa. Allen estava ferido e assustado, perdido no meio da escuridão foi quando ele ouviu uma voz.
???: Vhel'kai... vhel'kai rei'tha zhun'dor. Zhun'dor dai vhel'kai.
Allen toma um susto mas logo reconhece a voz. Era Trevor ao forçar os olhos ele podia ver uma figura de joelhos a rezar de costas para si.
Allen: Trevor é tu. ( Allen sussurra )
Allen se aproxima e toca no ombro da figura que se vira e é revelado que era realmente Trevor.
Allen: Trevor oque que estás aqui a fazer? Temos que sair já daqui! ( Allen sussurra num tom de choro )
Trevor:...
Allen: Tinha umas coisas atrás de mim, uma delas empurrou-me para aqui. Trevor estás me a ouvir?
Ao forçar mais os olhos Allen percebia que Trevor estava sem camisa mesmo naquele frio. Ele pega o celular no bolso do irmão e liga a lanterna. Trevor levanta-se lentamente e vira-se para o seu irmão. Revelando que ele agora estava com uma espécies de marcações pretas na face.
Allen: Que porra é essa Allen?
Trevor: a'thu vhel'kai dor. Ka'mi dor'lun tha'zhen ka'rhul Wendigo.
Allen: Não Trevor....
Trevor parte para cima do irmão e morde o braço dele arrancando um pedaço e engolindo.
Allen: MERDAAA.
As criaturas que antes o perseguiam agora também descem pelo buraco e observam a luta entre irmão. Trevor coloca o polegar no olho de Allen e perfura-o, Allen chuta os testículos de Trevor, que parece não se importar. Trevor joga Allen no chão e começa a desfigurar a cara do próprio irmão e cometendo canibalismo.
Enquanto isso no lado de fora da mina os outros três Jason, Rita e Sofia estão esperando por seus amigos dentro da caravana. O tempo piorou e uma tempestade de neve já havia começado á uns 10 minutos. Foi quando eles veem alguém a sair da mina. O vento e a neve não permitem ver com muita clareza mas com certeza alguém estava a sair da mina.
Jason: Olhem só é um deles. Eu vou sair para perguntar se está tudo bem, fiquem aí.
Jason sai da caravana e anda em direção da entrada da mina, o vento e a neve eram cortantes mas Jason apenas queria se certificar se seus amigos estavam bem. Jason então perde a silhueta de vista.
Jason: Merda, eu jurava que estava aqui alguém. MALTA ESTÃO AÍ? ALLEN... MARK...TREVOR...NOLAN... foda-se. Devo andar a ver coisas.
Quando Jason começa a voltar para a caravana alguém o agarra pelo cabelo e o puxa para dentro da mina com força.
Jason: MERDAA NÃO...NÃO LARGA-ME!
Jason é levado para dentro da mina onde lá a criatura que o puxou arranca o seu cabelo de uma vez só, fazendo-o sangrar e gritar de dor. A criatura era muito mais forte do que ele e com uma mordida ela devora 4 dedos de uma das mãos. O som de ossos se quebrando ecoa pela mina. A criatura após engolir os dedos começa a rasgar o peito de Jason até chegar ao coração e o arranca e devora. Enquanto isso Nolan anda em direção ao alçapão.
Nolan: Trevor? Andas a tentar pregar uma peça?
Criaturas começavam a chegar também naquela local, mas elas vinham trepando pelo teto e silenciosamente sem que Nolan percebesse. Nolan chega ao lado alçapão e diz...
Nolan: Como é que te meteste aí dentro?
Nolan abre o alçapão de uma só vez e de lá dentro uma criatura se levanta, Nolan tenta gritar mas tem a sua boca e cérebro perfurado pela criatura. As garras da criatura passam pela boca aberta de Nolan até chegarem ao cérebro e o matando na hora. O Wendigo o leva consigo para dentro do alçapão. Enquanto isso Mark era agarrado pela criatura pelas costas. Mark toma um susto de morrer e grita de susto. O Wendigo o arrasta pelo chão, rasgando as roupas do rapaz no chão áspero e frio. A pele do jovem começa a sangrar diante a violência que era arrastado, ele consegue despir a camada de roupa que a criatura usava para o agarra e ele corre com todas as suas forças para a saída da mina. Ele estava assustado e desesperado, mais wendigos começavam a o perseguir e qualquer erro podia ser fatal. Um Wendigo pula do teto na sua direção mas ele consegue se desviar no ultimo segundo. Mark estava quase fora da mina mas ele escorrega no sangue de Jason e quase cai, mas esse atraso foi o suficiente para que um dos Wendigos saltasse em sua direção e com apenas um ataque a criatura arranca a perna de Mark que cai no chão e grita de dor e medo, mas por mais louco que pareça as criaturas começam a lutar entre si pelo jovem. Os Wendigos começam um combate corporal entre si dando brecha para que Mark se rastejaste para fora da mina. O sangue de Mark manchava a neve de vermelho. Ele sentia uma dor que nunca havia sentido antes mas não desistiu de chegar até á caravana. Mark chega até a caravana e grita para que as suas amigas os pudessem vir ajudar mas as duas estavam com fones a ouvir musica e não conseguiam ouvir nada para além da musica. Foi quando as criaturas se apercebem que Mark já não estava lá então elas partem para fora da mina para o caçar novamente. Mark mesmo sem uma perna trepa as escadas de metal que davam para a porta da caravana. E mesmo rastejando ele começa a bater desesperadamente na porta. Rita ia buscar algo e repara que a porta estava a abanar. Rita tira os fones e ouve os gritos do seu amigo.
Rita: Mark?
Ela abre a porta.
Mark: Meu deus deixem-me entrar...
Rita: O que aconteceu á tua perna?
Mark: Puxa-me para dentro por favor...
Rita puxa Mark para dentro, ela estava assustada, perplexa e cheia de perguntas para o fazer.
Rita: SOFIA VEM AQUI AGORA.
Mark: Tranca a porta!
Rita tranca a porta e Sofia chega logo em seguida.
Sofia: Oh meu deus o que te aconteceu?
Mark: Nós temos que ir já embora daqui.
Rita: E os outros?
Mark: Devem estar todos mortos, eu vi sangue por todo o lado.
Sofia: E se eles estiverem vivos?
Rita: Mark diz nos o que aconteceu!
Mark: Eu digo tudo mas temos que sair daqui agora!
A porta começa a bater.
??Jason??: Olá...Olá...
Mark: O Jason está morto eu vi... não abram a porta.
Sobre as mãos de Rita uma enorme decisão tem que ser tomada, abrir a porta ou ouvir o conselho do seu amigo. Bem quando a fundação chegou no dia seguinte o corpo dos três jovens ainda estavam na caravana mas já sem vida e completamente desmantelados. Então conseguimos presumir o que a Rita escolheu. A fundação enviou agentes para a mina mas as criaturas já não estavam mais lá. As criaturas se espalharam por toda a montanha e agora a fundação monitora essa mesma montanha para impedir que acontecimentos como esse voltem a acontecer.
Notas: JF- 35 ( Os Wendigos ) são criaturas que habitam as montanhas do Canadá e em poucos outros locais ao redor do mundo. JF-35 é um conjunto de seres com uma fome insaciável e que nunca acaba e ela apenas se alimentam de carne humana. Existem pelo menos dois outros tipos de Wendigos com aparência e comportamento diferentes, este tipo de Wendigos habitam em montanhas nevadas e apenas saiem a noite para caçar. Existem pelo menos 11 Wendigos deste tipo nas montanhas de ******* na qual a fundação tratou de interditar e impedir visitas nas mesmas. As criaturas tem uma variedade de habilidades como: força sobre-humana, agilidade sobre-humana, velocidade sobre-humana, capacidade de ver no escuro, capacidade de trepar paredes com facilidade, resistência sobre-humana, capacidade de imitar vozes e “ O chamado do Wendigo “. “ O chamado do Wendigo” é basicamente uma habilidade de hipnotizar uma pessoa mesmo a distância e a forçar a cometer canibalismo, a pessoa não precisa estar muito perto e nem ver o Wendigo para ser hipnotizar. Caso um indivíduo este a ser hipnotizado pelo o Wendigo a melhor opção de evitar uma tragédia é apenas afastar o indivíduo da região onde está o Wendigo. Os efeitos da hipnose são: Tonturas, confusão momentânea, alucinações, ouvir vozes e por fim perder controlo do próprio corpo.
Este tipo de Wendigo surge apenas quando alguém comete canibalismo em sertas montanhas, ao cometer canibalismo o espírito do Wendigo consome a sua alma e assume o controle, as mudanças no corpo começam a aparecer: Perda do cabelo, alongamento dos ossos, crescimento de garras no lugar das unhas e os dentes caiem dando lugar a novos e mais afiados e por fim os olhos ficam cinzentos e a pele enruga.
O Wendigo é basicamente imune a qualquer coisa menos por: Prata e fogo. Esses dois elementos podem ferir ou até matar um JF-35.
Relatório: Código de Registro: JF-35 – "Wendigos"
Classificação: Hostil – Nível de Ameaça 4
Data do Primeiro Registro: [DATA OMITIDA]
Status Atual: Confinamento Impraticável – Área de Manifestação Interditada
1. Sumário
JF-35 designa um grupo de entidades humanoides predatórias conhecidas como "Wendigos", associadas a regiões montanhosas e de clima frio, principalmente no Canadá. Esses seres apresentam fome insaciável exclusivamente por carne humana, com atividades registradas apenas durante o período noturno. As investigações confirmam a existência de ao menos 11 espécimes ativos em [LOCAL REDIGIDO], área atualmente sob quarentena total imposta pela Fundação.
2. Variantes
Há relatos de pelo menos três tipos de Wendigos com diferenças morfológicas e comportamentais. O tipo descrito neste relatório é caracterizado por habitat em montanhas nevadas e comportamento estritamente noturno.
3. Capacidades Anômalas
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Força sobre-humana – capaz de despedaçar ossos humanos com facilidade.
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Agilidade sobre-humana – movimentos rápidos e imprevisíveis.
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Velocidade sobre-humana – perseguição eficaz em terrenos acidentados.
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Visão noturna avançada – caça em total escuridão.
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Escalada vertical – capacidade de trepar superfícies rochosas sem apoio.
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Resistência física extrema – tolerância elevada a danos.
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Imitação vocal – reprodução perfeita da voz humana para atrair presas.
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O Chamado do Wendigo – habilidade hipnótica de induzir canibalismo em alvos humanos.
4. "O Chamado do Wendigo" – Detalhes Operacionais
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Mecanismo: indução psíquica a longa distância; não requer contato visual.
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Sintomas progressivos:
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Tonturas.
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Confusão mental.
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Alucinações auditivas e visuais.
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Audição de vozes desconhecidas.
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Perda total do controle motor, culminando em ato de canibalismo.
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Contramedida primária: evacuação imediata do indivíduo afetado para fora da zona de influência.
5. Origem da Transformação
O surgimento de um novo JF-35 ocorre quando um humano comete ato de canibalismo em determinadas áreas montanhosas associadas à lenda local. A transformação envolve:
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Perda completa dos cabelos.
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Alongamento anormal dos ossos.
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Substituição de unhas por garras afiadas.
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Perda dos dentes originais e crescimento de dentes serrilhados.
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Descoloração ocular para cinza opaco.
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Enrugamento e deterioração da pele.
Esse processo é atribuído à possessão espiritual pelo "espírito do Wendigo", que consome a alma da vítima.
6. Vulnerabilidades
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Prata – causa lesões graves e potencialmente fatais.
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Fogo – destruição de tecidos e neutralização definitiva.
Todos os outros métodos convencionais (balística, armas brancas comuns, venenos) demonstraram eficácia nula.
7. Estado e Procedimentos
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Localização: [++++++++] – acesso proibido.
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Ação da Fundação: bloqueio total da área, eliminação de registros públicos e implantação de unidades de vigilância remota.
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Recomendação: qualquer contato visual ou auditivo com possíveis JF-35 deve ser tratado como emergência nível máximo, com evacuação imediata.
Relator: [Clark Memphis]
Autorização: [Noah
Smith
]
Contenção: Designação da Instalação:
Bloco Crioisolado B-7 | Fundação Juízo Final
Setor: Subterrâneo Gelo Profundo – Nível 6 de Segurança
Estrutura da Cela Compartilhada (Quadro-Contenção Zeta-W4):
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Dimensões por cela:
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4 celas individuais seladas: 4m x 4m x 5m cada
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Sala de isolamento térmico externa: 12m x 12m x 8m (vácuo pressurizado)
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Revestimento interno:
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Ligas metálicas com núcleo de prata fundida entre camadas de titânio e fibra cerâmica
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Paredes com emissores térmicos de plasma controlado (ativação em caso de comportamento hostil)
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Piso revestido com grades condutoras e sensores de pressão – ativam choque elétrico moderado quando a criatura se movimenta sem autorização.
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Sistema de contenção ativa:
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Temperatura ambiente mantida em -20°C constante (retarda funções biológicas)
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Luzes UV-A e estroboscópicas aleatórias, dificultando uso de camuflagem e mimetismo vocal
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Gás anestésico de dispersão controlada em caso de agitação
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Armadilhas sonoras ultrassônicas para dissuasão e desorientação auditiva.
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Acesso humano:
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Totalmente remoto. Intervenções manuais proibidas.
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Braços robóticos à prova de impactos e calor usados para higienização e alimentação.
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Observação por câmeras térmicas e sensores LIDAR 3D.
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Protocolo de Alimentação:
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Fornecimento a cada 72 horas de carne bovina crua, congelada e misturada com partículas de prata em pó (controle comportamental).
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A alimentação ocorre via cápsula automatizada de segurança – nenhuma exposição humana permitida.
Medidas de Contenção de Emergência (Protocolo "Nevada Escarlate")
Se qualquer uma das celas for comprometida:
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Selamento imediato do Bloco B-7.
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Ativação do sistema de incineração por plasma.
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Disparo de dardos pressurizados com fragmentos de prata em spray gasoso.
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Se falhar: liberação de ácido fluorídrico e colapso interno do bloco com implosão programada.
SEÇÃO 2: MÉTODO DE CONTENÇÃO PARA WENDIGOS LIVRES NA MONTANHA
Área Classificada:
Região de Montanha Gelada – Zona 7 (Setor Wendigo Alfa)
Localização exata: CONFIDENCIAL – apenas para Equipes de Campo Classe Sigma e Gamma
Método de Contenção Remota: Zona de Isolamento Ativo
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Cercado perimetral de 20 km com torres de calor (emitem ondas térmicas irritantes)
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Campos de armadilhas térmicas subterrâneas ativadas por movimento
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Minas explosivas com prata sólida instaladas em rotas de passagem conhecidas
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Drones de patrulha armados com lança-chamas leves e sensores de espectro completo
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Estações de camuflagem holográfica disfarçadas como cabanas de madeira (atraem os Wendigos para emboscadas armadas)
Protocolos de Caça/Monitoramento Ativo
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Equipe especializada: Força-Tarefa Móvel Gamma-5 "Apagadores de Voz"
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Uniformes com isolamento térmico e placas de prata
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Armas equipadas com munição incendiária e lâminas prateadas
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Máscaras com distorção vocal (previnem confusão por mimetismo)
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Objetivo primário: Impedir expansão territorial dos Wendigos.
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Objetivo secundário: Captura ou neutralização de alvos isolados.
Procedimento de Contenção em Campo (Protocolo "Chama Prateada")
Se um ou mais Wendigos se aproximarem da zona urbana:
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Ativação de drones com carga térmica incendiária.
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Cercamento com trilhas de napalm congelado (ativa ao menor contato)
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Em último caso: evacuação total da região, seguida de bombardeio aéreo com prata fundida.
